Quem ainda não cumpriu este ano?

Obrigação, preceito, compromisso: quem dá o nome é a sua casa. Está anotado, você tem certeza. Mas responder agora quer dizer parar tudo e procurar em três cadernos.

A Nzora responde em dois segundos, avisa antes de vencer, e guarda o que você decidiu.

A casa que continua.
J
Casa de OgumJoão · Dirigente

Precisa de você

3

Está em atraso e ninguém decidiu ainda.

4 pessoas · Deitada de OxaláVenceu há 2 meses resolver
2 pessoas · BatismoVenceu há 12 dias resolver
R$ R$ 340,00 a receber3 cobranças em atraso ver

Esta semana

2

Nos próximos sete dias.

08 Gira de Ogumsexta · 20:00 · Barracão ver
R$ R$ 180,00 a pagar2 contas vencem em até 30 dias ver

O que trava hoje

A resposta existe. Ela só não está onde dá para achar.

A mãe pequena quer saber se a Dona Sônia pagou março. Está na planilha, e a planilha está no celular de outra pessoa, que hoje não veio.

Chega a festa de outubro e ninguém lembra quem ficou de cuidar da cozinha no ano passado.

E quando a dúvida é antiga, a resposta mora numa cabeça só: a sua. A casa fica esperando você ter um tempo de sentar e procurar.

Nada disso é casa mal conduzida. Nunca houve ferramenta feita para isso. Caderno e planilha guardam bem. O problema é que eles só respondem quando você está com eles na mão.

A Central

Você entra, e a tela já diz o que precisa de você.

Cada linha é alguma coisa que alguém está esperando. Quatro pessoas ainda não fizeram a Deitada de Oxalá. Três cobranças venceram. A gira de sexta é às oito. Você clica na linha e cai no lugar de resolver, com o filtro já aplicado.

O que não pede nada de ninguém fica de fora, e isso é decisão nossa. Quantos integrantes a casa tem é pergunta que você faz quando quer, não quando entra. Na tela de entrada só aparece o que tem data e espera alguma coisa de alguém.

Os avisos

O prazo é o da sua casa, não o que a gente achou razoável.

Uma casa avisa da Deitada de Oxalá com um ano de antecedência. Outra avisa do Batismo na véspera. Uma terceira nem acompanha esses dois, e acompanha outra coisa. Você diz uma vez, evento por evento, e a Nzora passa a avisar desse jeito. São seis opções, de um ano à véspera, e nenhum campo pedindo que você calcule dias.

O caderno guarda bem. O que ele nunca fez foi ir atrás de você no dia certo.

A decisão

Você adiou o Batismo de alguém em março. Em outubro ainda dá para saber por quê.

Adiar, dispensar, perdoar uma mensalidade: tudo isso é decisão da casa, e a Nzora guarda quem decidiu, quando, e por qual motivo. Depois dá para voltar atrás, e a volta também fica registrada.

É a parte que caderno e planilha não fazem. Eles guardam o fato; não guardam a decisão. E é o contrário do que um sistema comum faz com uma dívida perdoada, que é apagar a linha e deixar você sem saber, seis meses depois, se houve perdão ou erro de digitação.

Ninguém apaga rastro na Nzora. Nem a gente.

O segredo

O que é de fundamento não precisa entrar aqui.

A Nzora guarda registro: quem participou, quando, quanto entrou, quanto saiu. Ela não pergunta o que aconteceu no ritual, e não existe campo nenhum no sistema esperando essa resposta. O que a casa não quiser registrar simplesmente não entra, e nada deixa de funcionar por causa disso.

O que entra, quem vê é a casa que decide, tela por tela e pessoa por pessoa. Quem cuida do caixa não precisa ver o enredo de ninguém. Quem cadastra ficha não precisa ver o que a casa deve. E ninguém vira administrador por acidente.

Isso não é limitação de software, é onde a gente escolheu parar: a Nzora sabe muito sobre registro e nada sobre fundamento. Quem entende do seu terreiro é você.

Faz sentido para a sua casa?

Falar com a gente

Pra quem é

Nenhuma tradição precisa caber num formulário nosso.

A sua casa escreve o nome do jeito que ela chama. A da esquina escreve outro, e a terceira nem tem aquilo. A Nzora não tem opinião sobre nenhuma das três: quem escreve o nome é você, e o sistema não corrige. Se você cadastrar Deitada de Oxalá, é assim que aparece na tela, com essa caixa e essas palavras.

Vale para os cargos, para o que a casa cobra todo mês e até para como ela se identifica. A gente nem oferece uma lista pronta para você escolher, porque lista já é opinião.

Terreiros de Umbanda e Candomblé primeiro, que é de onde a Nzora nasceu. Casas de outras vertentes que precisam guardar a própria história também cabem, e cabem pelo mesmo motivo: não é a gente que decide o que a sua casa é.

O que tem dentro

Tudo num lugar só, e cada parte conversando com as outras.

É isso que faz a Central saber o que dizer: ela não inventa nada, só junta o que já está registrado nas outras telas.

Central

A tela de entrada, com o que está em atraso, o que é desta semana e o que ainda vem. Cada linha leva ao lugar de resolver.

Acompanhamento

Quem está em atraso e quem tem evento chegando, em lista que dá para filtrar e decidir de uma vez só. A casa diz uma vez o que quer acompanhar, e de quanto em quanto tempo.

Pessoas

Cada integrante da casa: entrada, cargo, contato, histórico. Ogã, ekedi, quem cuida do caixa. Todo mundo que faz parte, não só quem incorpora.

Grupos

Coroados, comissão de festa e saudações, limpeza. A casa cria os grupos que quiser, do jeito que se organiza, e põe cada pessoa nos que fizerem sentido. Cargo é outra coisa, e fica na ficha da pessoa.

Agenda

Giras, festas e saudações, atendimentos, consultas particulares. Tudo num calendário só, e cada casa com os próprios tipos, que ela mesma cadastra.

Histórico

Quem participou de quê, e quando. Quem ainda não cumpriu este ano? A pesquisa responde por período, por cargo, por grupo, e sai em Excel se você precisar levar.

Enredo espiritual

Linhas, entidades e os pontos riscados de cada uma, com galeria de imagens. O que é da tradição da casa fica registrado do jeito dela.

Financeiro

Mensalidade, receita e despesa, com o fluxo do mês. Perdoar uma cobrança é uma decisão registrada, com motivo e autor, e não some do sistema depois.

Controle de acesso

A casa decide quem vê e faz o quê. O financeiro só para a diretoria, o que é de fundamento só para quem tem. A autoridade é da casa, tela por tela.

Ainda vem por aí

O que está sendo construído: cobrança com baixa automática, controle de estoque e as vendas da lojinha e da cantina. A plataforma cresce com a casa, e a gente só escreve aqui o que pretende entregar.

Começar

Você não vai passar um domingo digitando a casa inteira.

Essa é a primeira pergunta que todo dirigente faz, e é justa. A Nzora abre com um assistente que já sugere os cargos, os tipos de evento e as linhas de trabalho da sua vertente. Você marca o que serve, tira o que não serve, e a casa nasce configurada.

O que ele nunca faz é dizer o que a sua casa é. A sugestão é atalho de digitação, não declaração de identidade. Se a casa já tem os nomes dela cadastrados, ele reconhece e não duplica nada.

E dá para pular. Quem pula não fica sendo perseguido por um assistente a cada vez que entra, e as telas passam a explicar sozinhas o que ainda falta configurar.

O tamanho da casa

“A minha casa é pequena demais.” “A minha é complicada demais.”

As duas travam a mesma conversa, e nenhuma das duas se sustenta.

Casa pequena não tem problema pequeno; tem problema concentrado. Numa casa de doze pessoas, quase tudo passa por você: quem já fez, quem está devendo, o que ficou combinado na última festa. Não é que o caderno falhe. É que toda pergunta da casa vira uma interrupção sua, e é você que paga esse preço todo dia. Não existe mínimo de gente aqui, e a tela não fica esquisita com três linhas.

E o que costuma deixar um software raso demais para uma casa grande não é falta de recurso: é ele achar que existe um jeito certo de conduzir casa. A Nzora não tem um. Você cadastra os seus cargos, os seus eventos e os ciclos de cada um, as suas linhas e falanges, e decide tela por tela quem vê o quê. Quanto mais estrutura a casa tem, mais isso pesa a favor.

O que ela ainda não faz, a gente escreve sem rodeio: estoque, lojinha e cantina, cobrança com baixa automática. Se a sua casa precisa disso hoje, fale com a gente antes de começar, que a gente diz se vale ou se é melhor esperar.

E o que fica

Tudo que você faz hoje vira a história da casa.

Cada aviso que você atende, cada lançamento, cada presença marcada. Sem trabalho a mais, tudo isso vira o registro da casa, e esse registro não se perde: nem quando ela deixa de pagar, nem quando decide ir embora. Não guardamos por doze meses. Guardamos. É o compromisso mais caro que a Nzora assume, e o único sem exceção.

  • O acervo é da casaA Nzora é depositária, nunca dona.
  • Sem prazo de retenção“Guardamos por um ano” é perder com data marcada.
  • Exportação livreA casa leva o que é dela quando quiser. Não é favor.
  • Voltar não custa pedágioReativar é só voltar a assinar, sem cobrança dos meses parados.

Quem faz

Construída de dentro. É por isso que ela fala a língua da casa.

A Nzora foi modelada por quem é da religião e sabe das coisas: que cada evento tem o ciclo dele, que cargo não é permissão, que o calendário de duas casas da mesma rua não é o mesmo. Isso não se aprende em manual. Aprende-se convivendo, e é o que faz a plataforma acertar onde um software de fora erraria.

Mas a fronteira é clara: quem constrói é de dentro; a empresa continua de fora. A Nzora nunca vai dizer à sua casa como conduzir um rito. Ela guarda o registro. A tradição é sua.

De onde vem o nome

nzora

Nzora vem de nzo, que é casa em kimbundu e kikongo. É também o nome do barracão no Candomblé Angola. Uma palavra que já queria dizer o que a plataforma faz: guardar a casa, para que ela continue.

Propósito

Não prometemos transformar a sua casa. Ela não precisa ser transformada. Prometemos que quem precisar saber alguma coisa sobre ela vai conseguir descobrir sozinho, na hora, sem depender de quem lembra.

Do manifesto da Nzora

Estamos abrindo para as primeiras casas.

São poucas, de propósito: queremos acompanhar a implantação de cada uma de perto e ouvir o que falta. Se a sua casa quiser ser uma delas, escreve pra gente contando um pouco dela.

Sem compromisso e sem cartão. A conversa começa por e-mail, e continua do jeito que for melhor pra você.